Rondônia,15/04/2021
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Kátia Abreu discute infraestrutura na Região Norte com empresários da Argélia

Empresa argelina quer investir em processamento de grãos e logística.

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) recebeu o presidente da empresa argelina Cevital, Issad Rebrab, para discutir projetos de infraestrutura no Arco Norte do país. A instituição, tradicional importadora de commodities agrícolas brasileiras, prevê investimentos no processamento de grãos e na logística de escoamento pelo Norte brasileiro.

A Cevital é o principal parceiro comercial do Brasil na Argélia, importando 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de tudo o que os produtores brasileiros vendem ao país africano, principalmente açúcar bruto, óleo de soja, farelo de soja e milho.

A companhia pretende investir em obras de infraestrutura na Região Norte, em especial no estado do Pará, a fim de desafogar o escoamento da produção de grãos pelo eixo Sul-Sudeste.
 
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, Adnan Demachki, também participaram da reunião com a ministra, nessa terça-feira (13).

Empresários e autoridades paraenses se reuniram com Kátia Abreu em Brasília
Empresários e autoridades paraenses se reuniram com Kátia Abreu em Brasília

Indústrias alimentícias

“Nós nos comprometemos com o governo do Pará a criar indústrias alimentícias em várias cidades do estado para gerar empregos e agregar valor à matéria-prima”, disse Issad Rebrab. “Tomamos a decisão de investir no Corredor Norte porque os portos dessa região estão mais próximos não apenas da Argélia, como também da Europa e do restante da África”, observou o executivo.

A ministra incentivou os empresários a darem prosseguimento ao projeto de investimento na região e afirmou que tem se empenhado dentro do governo federal para viabilizar o escoamento da produção de grãos pelo Arco Norte. “Vocês escolheram bem o Pará, que é um grande estado, com potencial extraordinário”, disse Kátia Abreu.

“O eixo Arco Norte vai conferir viabilidade à região, porque precisamos reduzir o custo e o tempo que nossos produtos levam para chegar, por exemplo, a Roterdã. Isso significa mais competitividade aos produtores brasileiros”, completou a ministra.

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Assessoria de comunicação social
(61) 3218-2203/2204
Priscilla Mendes
priscilla.mendes@agricultura.gov.br

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