Rondônia,23/03/2019
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CINCO TECNOLOGIAS QUE MUDARÃO A PRODUÇÃO DE COMIDA

Lista “5 in 5” divulgada anualmente pela IBM é resultado de pesquisas feitas pela empresa

A lista 5 in 5, divulgada todos os anos pela IBM, lista cinco tecnologias que mudarão a vida das pessoas nos cinco anos seguintes. Os resultados são obtidos a partir das pesquisas nos laboratórios da própria empresa, mas é comum que tecnologias desenvolvidas por outras companhias. Neste ano, o foco é na maneira como a cadeia de produção de alimentos sofrerá mudanças radicais, reduzindo o desperdício, ampliando a produtividade e reciclando parte das embalagens utilizadas no processo

Modelos virtuais das fazendas, verdadeiros clones de lavouras reais, facilitarão o acesso dos produtores a informações, testes de tecnologia e novas práticas. A democratização de insights e resultados de pesquisas tornarão o processo mais rápido e com menos desperdício. Tecnologias como a versão do Watson, inteligência artificial da IBM, destinada ao campo farão parte desse processo.

O Blockchain evitará que a comida seja desperdiçada. Como a tecnologia oferece uma grande capacidade de rastreamento de todo o processo de produção de alimentos, ficará mais fácil identificar com precisão quais pontos oferecem problemas. Os produtores também saberão quanto produzir e os varejistas, quanto comprar. O resultado é uma produtividade mais eficiente e uma comida mais fresca na mesa do consumidor.

A análise dos microorganismos presentes em todas as etapas da produção também garantirá uma segurança alimentar maior e, novamente, menos desperdício. Com técnicas de mapeamento de DNA e RNA será possível identificar rapidamente qualquer microorganismo nocivo à saúde – hoje, esse processo leva dias, suficientes para que uma doença se espalhe.

Em cinco anos, qualquer pessoa com um smartphone e sensores óticos em sua cozinha serão capazes de fazer uma leitura rápida e precisa de seus alimentos, identificando a presença de patógenos. Esses sensores podem ser móveis ou podem ficar em uma bancada, por exemplo.

Por fim, o processo de reciclagem de plástico será mais eficiente. Hoje, cerca de metade do que é produzido acaba no lixo em menos de um ano, e nem todos os tipos de plástico são reciclados. Muitos viram, no máximo, subprodutos de menor utilidade. Já existem tecnologias que mudam isso, e em cinco anos não será preciso nem mesmo separar as embalagens do resto do lixo.

Fonte: Ag/ Evolution

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