Rondônia,11/07/2020
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Rondônia envia 9,3 mil amostras de soro ao laboratório do Mapa para atestar ausência de circulação do vírus da Febre Aftosa no estado

O sistema é de Gerenciamento de Estudo Epidemiológicos do Ministério.

O Governo de Rondônia, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron), enviou 9,3 mil amostras de soro sanguíneo bovino ao laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Belém/PA, para que sejam analisadas pelo Sistema de Gerenciamento de Estudo Epidemiológicos (SIGEP) do Ministério.

As amostras foram colhidas em 310 propriedades espalhadas em 31 municípios do estado. O resultado das análises certificarão se existe ou não circulação viral do vírus da Febre Aftosa em Rondônia. “A sorologia para Febre Aftosa atende uma exigência do código internacional para os animais terrestres da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal). E é feita sempre que se pleiteia mudança de status sanitário, como é o caso do bloco I no qual Rondônia faz parte, que requer o status sanitário de zona livre de febre aftosa sem vacinação”, explica o médico veterinário Júlio Cesar Rocha Peres, presidente da Idaron.

Segundo ele, após a suspensão da vacinação, Rondônia deve cumprir algumas ações que visam a conquista do status internacional de área livre de febre aftosa, visando novos mercados importadores de carne. Todo o material da sorologia foi entregue na última segunda-feira (15/05) ao LFDA/PA (Laboratório Federal de Defesa Agropecuária/Pará). O resultado é aguardado pela Governo no prazo aproximado de 30 dias, até o dia 15 de julho.

Amostras avaliadas e identificadas, para envio ao laboratório do Mapa

Ao falar sobre o trabalho desenvolvido pela Agência Idaron, Júlio Peres destacou a proatividade de cada produtor rural que contribuiu para a realização da atividade. Deu ênfase também à participação dos servidores públicos da Agência, bem como ao empenho do Fundo Emergencial de Febre Aftosa (FEFA), parceiro certo nas ações que visam o desenvolvimento do agronegócio rondoniense, no translado do material biológico de Ji-Paraná a Belém.

Desenho Amostral

Para realizar a coleta das amostras, a Idaron seguiu o ‘Desenho Amostral’ idealizado pelo Panaftosa (Centro Pan-Americano de Febre Aftosa), organismo ligado a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) que atua em parceria com o Mapa. “Esse ‘Desenho Amostral’ selecionou 310 propriedades, em 31 municípios. O soro bovino, depois de processado e devidamente identificado, seguiu para o laboratório oficial do Mapa”, destacou Júlio Peres.

Amostras foram encaminhadas de avião ao laboratório do Mapa, em Belém/PA
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