Rondônia,09/08/2020
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Série: Mulheres do Café de Rondônia – Donas da História

Ela está batalhando para beneficiar seu próprio café e vender um produto com qualidade e origem no comércio local e nacional.

Hoje vamos conhecer um pouco da história da ROZELI JOVENTINA. Agricultora, pedagoga, esposa, mãe e dona de casa, Rozeli tem 38 anos e trabalha com café há 20 anos, em São Miguel do Guaporé – Rondônia

Na lavoura, a lida diária é por conta da família: ela, o esposo Locides e os filhos Jaqueline e Jaques. Segundo ela, o café é responsável por 80% da renda da família. “A colheita é quando entra um dinheirinho a mais em casa. Café significa mais qualidade de vida e comida na mesa, fartura”, conta Rozeli.

Além do café, a família também tem gado de leite e trabalha com o Programa de Aquisição de Alimentos, com abóboras, melancia, banana entre outros produtos agrícolas. “Espero um dia entregar meu café torrado e moído também”, comenta Rozeli. Ela está batalhando para beneficiar seu próprio café e vender um produto com qualidade e origem no comércio local e nacional.

☕💪🏼 Série: Mulheres do Café de Rondônia – Donas da História ▶️ Hoje vamos conhecer um pouco da história da ROZELI JOVENTINA.

☕💪🏼 Série: Mulheres do Café de Rondônia – Donas da História▶️ Hoje vamos conhecer um pouco da história da ROZELI JOVENTINA. Agricultora, pedagoga, esposa, mãe e dona de casa, Rozeli tem 38 anos e trabalha com café há 20 anos, em São Miguel do Guaporé – Rondônia. 👨‍👩‍👧‍👦☕ Na lavoura, a lida diária é por conta da família: ela, o esposo Locides e os filhos Jaqueline e Jaques. Segundo ela, o café é responsável por 80% da renda da família. “A colheita é quando entra um dinheirinho a mais em casa. Café significa mais qualidade de vida e comida na mesa, fartura”, conta Rozeli.🐄🍉 Além do café, a família também tem gado de leite e trabalha com o Programa de Aquisição de Alimentos, com abóboras, melancia, banana entre outros produtos agrícolas. "Espero um dia entregar meu café torrado e moído também", comenta Rozeli. Ela está batalhando para beneficiar seu próprio café e vender um produto com qualidade e origem no comércio local e nacional. 🌱 Atualmente, são quatro hectares com café, sendo 6 mil pés em produção e os demais em formação. A família está substituindo o café seminal (por sementes) pelo clonal, para melhorar a produtividade e também a qualidade. Em 2019 produziu seis sacas de café especial e este ano a expectativa é dobrar a quantidade. Rozeli está envolvendo a família ao máximo na produção de café com qualidade, “Só assim a gente pode conseguir maior quantidade e tentar melhorar também o valor pago pelo café e a renda da família”, espera.🍒☕👉🏼 O trabalho com os Robustas Amazônicos especiais está sendo uma nova experiência para a família. Rozeli participa do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia – Concafé há quatro anos e, a cada edição, capricha ainda mais. Em 2019, seu café também foi enviado para o concurso nacional Coffee Of The Year, ficando entre os 30 melhores cafés do Brasil, para a variedade canéfora – robusta e conilon. Reconhecimento que deu ainda mais motivação a ela e à família para trilhar o caminho da produção de Robustas Amazônicos especiais.👩🏼‍🌾 Enquanto mulher do café, ela afirma que os desafios são muitos, especialmente pra quem trabalha com café de qualidade. Ela conta que as oportunidades são poucas no mercado. A distância dos grandes centros de consumo dificulta a venda de pequenos lotes e o pagamento não pela saca não tem compensado os custos e a dedicação que envolvem a produção de cafés especiais. Mas ela persiste. Está incentivando mais mulheres para se unirem e aumentarem o volume de cafés com qualidade para buscar novos mercados que valorizem o café especial. “Precisamos dar o primeiro passo, vamos unir forças”, diz Rozeli. 🤓📚 Neste mesmo caminho, ela pretende também fazer maior volume de café com qualidade, buscar treinamentos e capacitações e estar mais presente em reuniões junto aos demais produtores para aprender mais e se inteirar.#iwca #mulheresrurais #mulheresdocafederondonia #mulheresruraismulherescomdireitos

Posted by Mulheres do Café de Rondônia on Thursday, July 30, 2020

Atualmente, são quatro hectares com café, sendo 6 mil pés em produção e os demais em formação. A família está substituindo o café seminal (por sementes) pelo clonal, para melhorar a produtividade e também a qualidade. Em 2019 produziu seis sacas de café especial e este ano a expectativa é dobrar a quantidade. Rozeli está envolvendo a família ao máximo na produção de café com qualidade, “Só assim a gente pode conseguir maior quantidade e tentar melhorar também o valor pago pelo café e a renda da família”, espera.

O trabalho com os Robustas Amazônicos especiais está sendo uma nova experiência para a família. Rozeli participa do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia – Concafé há quatro anos e, a cada edição, capricha ainda mais. Em 2019, seu café também foi enviado para o concurso nacional Coffee Of The Year, ficando entre os 30 melhores cafés do Brasil, para a variedade canéfora – robusta e conilon. Reconhecimento que deu ainda mais motivação a ela e à família para trilhar o caminho da produção de Robustas Amazônicos especiais

Enquanto mulher do café, ela afirma que os desafios são muitos, especialmente pra quem trabalha com café de qualidade. Ela conta que as oportunidades são poucas no mercado. A distância dos grandes centros de consumo dificulta a venda de pequenos lotes e o pagamento não pela saca não tem compensado os custos e a dedicação que envolvem a produção de cafés especiais. Mas ela persiste. Está incentivando mais mulheres para se unirem e aumentarem o volume de cafés com qualidade para buscar novos mercados que valorizem o café especial. “Precisamos dar o primeiro passo, vamos unir forças”, diz Rozeli.

Neste mesmo caminho, ela pretende também fazer maior volume de café com qualidade, buscar treinamentos e capacitações e estar mais presente em reuniões junto aos demais produtores para aprender mais e se inteirar.

Por meio de suas histórias, conquistas e desafios, estas mulheres representam o valor e a importância do trabalho feminino na cafeicultura, do campo à xícara. Estas mulheres estão conquistando o protagonismo da sua vida, são as Storytelling Women – Mulheres Donas da História, e inspirando muitas outras.

Fonte: Renata Silva

 

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